André Kosters / Lusa

António Castro Guerra, ex-secretário de Estado Adjunto, da Indústria e da Inovação entre 2005 e 2009, na Comissão Parlamentar de Inquérito ao Pagamento de Rendas Excessivas aos Produtores de Electricidade em 2018.
O ex-secretário de Estado Adjunto da Indústria e Inovação no Governo de José Sócrates, António Castro Guerra, lidera a lista de aposentados da Caixa Geral de Aposentações (CGA) que foi publicada em Diário da República, com a reforma mais elevada no valor de 6.580 euros.
A Caixa Geral de Aposentações (CGA) divulgou a 8 de Outubro passado a lista de aposentados e reformados com as pensões que entram em vigor a 1 de Novembro próximo.
O nome de António Castro Guerra, ex-secretário de Estado Adjunto da Indústria e Inovação no Governo de José Sócrates, destaca-se com o valor de reforma mais elevado, precisamente 6.580 euros.
Além do papel de governante com Manuel Pinho ao leme do Ministério da Economia, Castro Guerra também foi professor, consultor e presidiu a várias empresas e institutos públicos, designadamente o IAPMEI (entre 1996 e 2000).
Também integrou a administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD), foi administrador da Brisa, presidente do Conselho de Administração da Cimpor por nomeação do Governo de Sócrates, e esteve na presidência do Banco Comercial do Atlântico.
O juiz desembargador Sílvio Teixeira de Sousa surge como o segundo novo aposentado da CGA com a reforma mais elevada, com um valor de 6.393 euros.
O Procurador da República António Manuel Machado que exercia funções no Tribunal Administrativo e Fiscal de Viseu é o terceiro reformado mais bem pago, com uma pensão de 5.636 euros.
Segue-se, depois, o Delegado de Saúde da Unidade Local da Guarda, Lelo Rodrigues, médico assistente graduado de Medicina Geral e Familiar, com uma reforma de 5.559 euros.
A ex-directora do serviço de Neonatologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, Rosa Ramalho Alves, tem direito a uma reforma de 5.534 euros e Maria Augusta Guimarães que foi directora do Serviço de Microbiologia do Instituto de Oncologia do Porto reforma-se com 5.156 euros.
No outro extremo da tabela, onde surgem os valores de reforma mais baixos, destacam-se dois soldados e um alferes que foram aposentados do Exército por invalidez. Os soldados recebem 224 euros e 256 euros de reforma, respectivamente, enquanto o alferes tem direito a 245 euros mensais.
Entre as reformas mais baixas destacam-se muitos assistentes operacionais que trabalhavam em Câmaras Municipais ou em Agrupamentos Escolares, com os valores a serem da ordem dos 268 euros e dos 286 euros mensais.
Há ainda uma assistente técnica da Secretaria Geral da Presidência da República que se reforma com uma pensão de 446 euros.
[sc name=”assina” by=”ZAP”]


Tristeza!…
Mas como vê ninguém se indigna, acham normal um deficiente sobreviver com 245 euros.
Este é o tratamento de agora mas do antecedente, os do tempo da guerra colonial levaram receita igual.
Quando apregoam aos 4 ventos a justiça social é a isto que se referem?
p q pariu para tal pais este…. tão pequeno e com tanto ladrão,
deve ser o país com maior densidade de ladrões por m2
Que injustiça. Isto dá cá uma revolta…
É ESCANDALOSO!