(dr) Tim Stewart / Express

A britânica Sally Jones, também conhecida pela imprensa como “Viúva Branca”

A jihadista britânica, que fugiu para a Síria para se juntar ao marido terrorista, recrutava mulheres para o Estado Islâmico através das redes sociais e incitava a cometer atentados no Reino Unido.

Segundo o The Guardian, a jihadista de nacionalidade britânica Sally Jones terá sido morta, em junho, juntamente com o filho de 12 anos, num ataque com um drone dos EUA.

De acordo com a CIA, a mulher faleceu perto da fronteira síria com o Iraque, embora o Pentágono não possa confirmar a 100% essa informação porque não havia forma de obter amostras de ADN no local.

Jones recrutava mulheres para se juntarem ao Estado Islâmico e incitava a cometer atentados no Reino Unido através das redes sociais. No entanto, há alguns meses que as suas contas estão sem qualquer atividade.

A britânica, que chegou a fazer parte da banda punk Krunch, converteu-se ao Islão em 2013, ano em que partiu para a Síria para se juntar ao marido, o terrorista Junaid Hussain, que também foi morto num ataque aéreo norte-americano em 2015. Foi depois da morte de Hussain que a imprensa britânica começou a chamá-la de “Viúva Branca”

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O jornal inglês escreve que Jones usava as redes sociais para recrutar mulheres para o grupo terrorista, dando-lhes conselhos sobre como viajar para a Síria. Também encorajava pessoas no Reino Unido a cometer atentados, oferecendo ajuda sobre como construir bombas em casa e partilhava fotografias a posar ao lado de armas.

“Todos vocês cristãos precisam de ser decapitados com uma bela faca afiada e pregados às grades em Raqqa… Venham cá que eu faço-vos isso”, foi uma das ameaças partilhadas pela britânica.

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