Nicolás Maduro / Twitter

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro

A Venezuela pretendia desbloquear dezenas de ordens de pagamento no valor de 400 milhões de euros, relativas a fundos retidos pelo Novo Banco, mas o Tribunal da Relação de Lisboa rejeitou a providência cautelar apresentada.

As contas da petrolífera estatal venezuelana, a Petróleos de Venezuela (PDVSA), no Novo Banco estão congeladas desde Fevereiro passado. Uma situação que se mantém depois da tentativa de desbloqueio apresentada pela PDVSA na Relação de Lisboa.

O Jornal de Negócios avança que o Tribunal rejeitou a providência cautelar apresentada, pelo que as ordens de transferência para pagar serviços como o fornecimento de gás e a reparação de terminais de descarga continuam bloqueadas.

O Novo Banco alegou que a documentação apresentada pela petrolífera venezuelana é insuficiente ou apresenta “falta de credibilidade”

para não dar seguimento às ordens de pagamento. O banco citou ainda a grave situação económica na Venezuela e as sanções impostas ao regime de Nicolás Maduro como argumentos para o bloqueio, conforme sustenta o Negócios.

A retenção de verbas de empresas venezuelanas no Novo Banco já mereceu as críticas de Maduro que chegou a acusar Portugal de estar a “roubar” a Venezuela.

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