Na segunda-feira, a Livraria Editorial do Vaticano publicou um ensaio onde se vê abertura da Comissão Bíblica Pontifícia para a aceitação da “homossexualidade e das uniões homossexuais como expressão legítima e digna do ser humano”.

Segundo noticiou a Sábado, o documento indica que “ao longo da sua história milenar, a humanidade progrediu no conhecimento científico e melhorou gradualmente a sua conscientização sobre os direitos humanos, testemunhando um crescente respeito pelas minorias, pelos desamparados, pelos pobres e pelos marginalizados”.

O documento afirma ainda que “a instituição do casamento, constituída pela relação estável entre marido e mulher, é constantemente apresentada como evidente e normativa em toda a tradição bíblica”, mas que pode haver aceitação de formas não “evidentes” nem “normativas”, mas nunca a “promoção exclusiva da união heterossexual em favor de uma aceitação análoga da homossexualidade e das uniões homossexuais”.

Em abril, continuou a Sábado, o Papa Francisco disse a um homossexual que quem exclui as pessoas com a sua orientação sexual “não tem um coração humano”.

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