(dr) Maddie Johnson / Instagram

Uma mulher norte-americana entrou em paragem cardíaca em fevereiro de 2018 quando se preparava para fazer uma caminhada com o seu marido Brian.

Depois de desmaiar, Brian ressuscitando-a duas vezes antes de os paramédicos chegarem para assumir o controle.

Tina Hines, de Phoenix, Arizona, foi reanimada mais seis vezes a caminho do hospital, efetivamente morrendo durante 27 minutos no total. Foi intubada, mas milagrosamente acordou. Assim que o fez, fez um gesto de caneta e papel e escreveu uma mensagem assustadora para a família.

Em caligrafia pouco legível, escreveu “é real”. Quando lhe perguntaram o que era real, ela assentiu com a cabeça, apontou para cima, com os olhos em lágrimas.. “Era tão real, as cores eram tão vibrantes”, disse Tina.

A história foi contada pela sobrinha, Madie Johnson, através de uma publicação no Instagram.

Estas experiências de quase-morte não são assim tão raras como parecem. Ccerca de 10 a 20% das pessoas que passou por uma situação parecida, afirma ter tido visto ou sentido algo enquanto estavam mortas

.

De acordo com um estudo de 2013, citado pela BBC, um grupo de cientistas da Universidade de Michigan testou estas experiências em ratos prestes a morrer. A investigação indica que, na altura em que morrem, os ratos registam um pico de ondas cerebrais e afirmam que o mesmo pode acontecer com os seres humanos.

Esse fenómeno pode levar-nos a um forte estado de consciência, o que explica esses episódios visuais ou sensoriais nas experiências de quase-morte.

“Dá-nos uma estrutura para começar a explicar isto. O facto de verem a luz, talvez indique que o córtex visual no cérebro é altamente ativado — e têm vindo a surgir provas que indicam que pode ser mesmo esse o caso”, explicou o cientista Jimo Borjigin, da Universidade de Michigan, que acrescentou que para se provar isso, tinham que ser feitos testes em pessoas.

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