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O forte terremoto de magnitude 7,1 que assolou o sul do estado norte-americano da Califórnia na passada sexta-feira, deixou uma enorme fissura no solo.

A fenda formou-se perto do epicentro do terramoto e pode até ser vista a partir do Espaço através de satélites, tal como revelou a Planet Labs, organização responsável por monitorizar a Terra com satélites.

Uma publicação na sua página oficial de Twitter mostra imagens da área antes e depois do terramoto. As imagens foram captadas entre 4 e 6 de julho.

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O terramoto de sexta-feira ocorreu depois de um outro ter atingido a região. A cidade de Ridgecrest, no condado de Kern, foi a mais afetada – tal como tinha ocorrido na quinta-feira. A porta-voz do Corpo de Bombeiros do condado de Kern, Megan Person, disse que foram registados “múltiplos feridos e incêndios”, não adiantando mais detalhes.

De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o sismo ocorreu às 20h19 (4h19 em Lisboa), a cerca de 18 quilómetros da cidade de Ridgecrest, onde na quinta-feira foi registado um terramoto de magnitude 6,4.

A agência norte-americana Associated Press disse que o tremor abalou o centro da cidade durante 30 segundos e foi sentido em Las Vegas, a quase 400 quilómetros, e no México.

O sul da Califórnia está sob o olhar atento de vários especialistas devido à falha de San Andreas. De acordo com um estudo publicado na semana passada, uma grande terramoto pode assolar os Estados Unidos nos próximos 30 anos. A publicação aponta a falha de San Andreas, onde foi detetada uma nova área de perigo, como o local onde é mais provável que um sismo de grande intensidade ocorra nos próximos anos.

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