Se Portugal entrasse em guerra, apenas 28% dos cidadãos estariam dispostos a lutar pelo país. É o que conclui uma sondagem levada a cabo a nível mundial e que apurou que 60% dos inquiridos defenderia a sua pátria.

Esta sondagem foi realizada entre Outubro e Novembro de 2014 pela Win Gallup International, um consórcio independente de pesquisas de mercado, envolvendo 64.909 inquiridos em 63 países de todo o mundo, conforme dados divulgados pela Marktest.

Confrontados com a pergunta “se houvesse uma guerra que envolvesse o seu país, estaria disposto a lutar pelo seu país?“, os participantes portugueses na pesquisa responderam maioritariamente não (47%). Apenas 28% assumiu que lutaria pela pátria, enquanto 24% não quis responder.

A nível internacional 60% dos inquiridos responderam que estariam dispostos a defender o país, enquanto 27% disseram que não estariam aptos a fazê-lo. 12% dos participantes não responderam.

Em termos de países, a sondagem revela que é no Médio Oriente e no Norte de África (77%) que há maior número de pessoas dispostas a defenderem a pátria. Seguem-se os asiáticos (71%) e os residentes na Europa de Leste (54%). Os norte-americanos (48%) surgem em terceiro lugar.

Em termos de países, as Ilhas Fiji, Marrocos, Paquistão, Vietname e Bangladesh são os que mais defensores da pátria possuem com percentagens da ordem dos 85%.

Pelo contrário, o Japão é o país com menos pessoas dispostas a lutarem em caso de guerra, com apenas 11% de respostas afirmativas. A Holanda soma apenas 15%, a Alemanha 18%, a Bélgica 19% e a Itália 20%.

Win Gallup International

Sondagem sobre número de pessoas que defenderia pátria numa guerra

ZAP