Carlos Santos Silva, o empresário amigo de José Sócrates que, tal como ele, está implicado na Operação Marquês, vai para casa, nos próximos dias, com pulseira electrónica. Mas não é por ter colaborado com o Ministério Público.
O Diário de Notícias adianta, na sua edição de domingo, que Carlos Santos Silva manteve sempre a versão original dos factos, argumentando que as largas somas de dinheiro que saíram de contas suas para as de José Sócrates foram “empréstimos pessoais“.
A medida de coacção imposta ao empresário foi alterada no passado dia 22, a mesma data em que o juiz Carlos Alexandre decidiu manter Sócrates em prisão preventiva.
No caso de Carlos Santos Silva, o juiz terá entendido que as provas indiciais contra ele já foram recolhidas e que, portanto, não há risco de que ele venha a perturbar o inquérito
, adianta o Diário de Notícias. O risco de fuga também não é considerado relevante no seu caso.Indiciado por fraude fiscal, branqueamento de capitais e corrupção, Carlos Santos Silva estava preso preventivamente com a justificação de que poderia forjar documentos.
Em prisão domiciliária com pulseira electrónica está também o motorista João Perna que, contrariamente a Carlos Santos Silva, terá colaborado com o Ministério Público, antes de ter sido beneficiado com a alteração da medida de coacção de prisão preventiva.
ZAP
Claro!... Se a investigação passados anos, ainda não arranjou maneira de comprovar aquilo que a imprensa quer convencer a opinião pública a todo o custo, é porque o amigo de J. S. lhe é muuuuuito , muito fiel, Pelos vistos, não só lhe dá muito dinheiro, como , por ele dará a vida!
Isso torna o processo muito complexo!
Vejam senhores jornalistas, como eu estou a perceber tudo, tal como querem que eu perceba!
Obrigada imprensa, por nos esclarecerem tão bem! Temos a cabeça feita à medida dos interesses dos vossos patrões!