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O Ministério Público acredita que uma carta encontrada nas buscas da Operação Marquês foi forjada para encobrir o alegado esquema de corrupção e branqueamento de capitais que existiria entre José Sócrates e o Grupo Lena.
A existência desta carta, que terá sido enviada por Carlos Santos Silva a si próprio como se tivesse sido enviada pelo ex-patrão de Sócrates, é reportada pelo jornal Expresso.
De acordo com o semanário, o Ministério Público acredita que esta carta, com data de 12 de Junho de 2014 e em francês, é uma prova de que o Grupo Lena pagou um salário-extra, da ordem dos 12.500 euros mensais, a José Sócrates.
A carta terá sido enviada a Carlos Santos Silva, enquanto administrador da empresa Managements & Investments (XMI), pela empresa Intelegent Life Solutions (ILS).
O documento inclui um “relatório técnico sobre os projectos das unidades hospitalares” projectadas por uma outra empresa na Argélia.
A tese do Ministério Público é de que o Grupo Lena contratou a ILS que, por seu turno, contratou a XLM para um serviço de consultadoria para a obra em causa que nunca efectuou.
Segundo o Ministério Público, o “estratagema” terá servido apenas para pagar a José Sócrates.
A carta terá sido enviada previamente por um director da XMI a Carlos Santos Silva, por e-mail, com a nota “veja lá se está ok”.
Terá sido o próprio Carlos Santos Silva a solicitar à mulher, através de uma mensagem de correio electrónico, para imprimir a carta.
ZAP
A ser confirmado a maningância até o advogado palhaceiro João Araújo tem o auarto à espera em Évora monte..