O candidato às presidenciais francesas negou os rumores, alimentados pela imprensa russa, de que terá um caso extraconjugal com o presidente da Radio France.
Emmanuel Macron começou a ganhar terreno nas sondagens (que dão a vitória à candidata de extrema-direita Marine Le Pen), depois do escândalo sobre os empregos fictícios da mulher de François Fillon ter rebentado no país.
Numa altura em que pode ser favorito à vitória, o candidato às presidenciais francesas vê rumores antigos sobre a sua alegada homossexualidade voltarem aos jornais.
Em causa está um suposto caso extra-conjugal homossexual com o presidente da Radio France, Mathieu Gallet, tema que voltou à tona esta semana graças à imprensa russa.
Em declarações à agência de notícias Sputnik News, controlada pelo governo russo, o deputado republicano Nicolas Dhuicq abordou o caso, afirmando que Macron é um “xuxu” apoiado por um “lóbi gay influente”.
Além disso, a agência escreveu que o candidato à Presidência pode ser um “agente norte-americano” com o objetivo de defender o setor financeiro dos EUA, uma vez que tem ligação com bancos americanos e trabalhou para os negócios financeiros dos Rothschild.
O deputado entrevistado disse ainda que é “muito raro” alguém que nunca tenha sido eleito para um cargo público estar a concorrer à Presidência. “Acho que o único objetivo é cumprir as suas ambições pessoais, já que não tem qualquer intenção de seguir carreira política caso perca”.
Recorde-se que o ex-ministro da Economia de Hollande, de 39 anos, é casado há vários anos com Brigitte Trogneux
, a sua antiga professora (24 anos mais velha).Esta terça-feira, num comício em Paris, o candidato optou por negar mais uma vez estes rumores e até o soube fazer com algum humor.
“Ouço as pessoas dizerem que tenho uma vida secreta ou coisa do género. Não é bonito para a Brigitte e, tendo em conta que partilho com ela todos os meus dias e noites, ela pergunta-me como é que consigo ter um caso”, afirmou.
“Felizmente, nunca lhe paguei nada por isso”, acrescentou o independente, numa indireta por causa do escândalo, batizado de Penelopegate, do conservador Fillon.
“Se vos disserem que vivo uma vida dupla com Mathieu Gallet ou com qualquer outra pessoa, é o meu holograma que de repente me escapou“, ironizou ainda, numa clara referência ao candidato Jean-Luc Mélenchon que, esta semana, utilizou essa técnica para conseguir estar em dois comícios ao mesmo tempo.
Até há pouco favorito nas sondagens, Fillon surge agora como terceiro num inquérito sobre as intenções de voto para as eleições de abril, com 20%, atrás de Macron (23%) e Le Pen (25%).
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Independentemente do sr. ser ou não gay não será por isso que não irá representar / governar condignamente o s/ país. Se vamos a ver então Holland teria de ter sido banido já que teve vida dupla em plena função. Os russos estão a meter o dedo em tudo e onde podem p/ influenciar os votos do ZE LORPA de todos os países. POVO acorda pensa pela tua cabeça e não pela dos outros.