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Maddie McCann

Mark Perlin diz que uma nova análise de ADN pode resolver o caso Maddie em apenas uma semana. A polícia tem a amostra, mas Perlin diz que as autoridades não a sabem interpretar corretamente.

O especialista forense norte-americano acredita que as complexas amostras de ADN são a solução para o mistério do desaparecimento de Madeleine McCann, em 2007.

A Polícia Metropolitana do Reino Unido tem as amostras, mas tem dificuldades em retirar conclusões da análise. Mark Perlin diz que a sua equipa de especialistas em Cibernética consegue resolver o caso.

“Eu acho que o FSS, o Serviço de Ciência Forense, tem dados de ADN confiáveis e os seus métodos foram métodos laboratoriais confirmados, em alguns dos quais eles até inovaram”, confessa o norte-americano.

Contudo, é da opinião que a polícia “não sabe como interpretar corretamente os dados conseguidos”, explicou Perlin ao jornal Daily Star. As provas forenses foram enviadas pelas autoridades portuguesas para o FSS, em Birmingham, mas o cientista John Lowe disse que eram “demasiado complexas” para a sua equipa analisar.

Especializado em ADN, Mark Perlin garante que a sua equipa precisaria entre uma a duas semanas, dependendo dos dados, para obter resultados concretos sobre o desaparecimento de Maddie. Segundo o CM, Perlin ofereceu-se para colaborar com a Polícia Metropolitana, mas não recebeu nenhum relatório até ao momento.

Mark Perlin afirma que o seu laboratório Pittsburgh Cybernetics, que identificou vítimas do ataque terrorista do 11 de setembro, pode deslindar amostras que o FSS se esforça para analisar. O especialista forense considerou ainda que se trata de uma “injustiça” o facto o laboratório da polícia não conseguir interpretar as informações das amostras.

“O que é necessário é uma interpretação objetiva e precisa que possa resolver cientificamente o ADN”, disse Perlin no podcast da 9news.

Quando questionado se havia o ADN de Maddie nas amostras, John Lowe, do Serviço de Ciência Forense, disse que “seria muito fácil dizer sim“, simplesmente por causa do número de componentes dentro do resultado, que também estão na sua amostra de referência”. Contudo, Lowe defende que o FSS não pode responder à questão com total certeza.

Maddie tinha três anos quando desapareceu na Praia da Luz, em 2007. Desde então passaram praticamente 12 anos.

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