A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CCPME) considera que o Governo, ao alargar o apoio para sócios-gerentes, ou está mal-intencionado, ou não fez devidamente contas.
Na semana passada, o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social anunciou um novo conjunto de apoios, entre os quais o reforço do apoio para sócios-gerentes que registem uma faturação anual de até 80 mil euros, independentemente do número de trabalhadores que tenham a cargo.
Porém, na perspetiva da Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CCPME), citada pelo jornal ECO, este alargamento é “um embuste” e continua a “discriminar negativamente” os sócios-gerentes, uma vez que lhes veda o acesso ao lay-off simplificado.
“A Segurança Social é um direito universal em que carreiras contributivas iguais devem ter os mesmos direitos”, defende a confederação, acrescentando ainda que, a existir um teto de faturação para ter acesso a qualquer apoio, “nunca deveria ser inferior a 250 mil euros”.
“A CPPME considera que o Governo, ao tomar esta medida, ou está mal-intencionado ou, então, não fez devidamente contas”, denuncia a confederação, citada pelo jornal.
Os projetos de lei do PSD, do PEV e do PAN que alargam os apoios a sócios-gerentes foram aprovados no Parlamento, na generalidade, e vão ser agora debatidos em comissão. O PS votou contra as três iniciativas.
[sc name=”assina” by=”ZAP” ]
Boa ideia, Costa!
Deixo outras boas ideias:
Eu apoiava TODOS os gerentes, independentemente do número de trabalhadores, DESDE QUE a sede da empresa se localizasse em Marte.
Ou então apoiava TODOS os gerentes, independentemente do número de trabalhadores, DESDE QUE o gerente tivesse três braços e cinco pernas.
Ou então apoiava TODOS os gerentes, independentemente do número de trabalhadores, DESDE QUE o gerente tivesse 50 dedos em cada mão e 4 mãos em cada braço.
Ou então apoiava TODOS os gerentes, independentemente do número de trabalhadores, DESDE QUE a empresa se dedicasse a plantar bananeiras debaixo de água.
Ou então apoiava TODOS os gerentes, independentemente do número de trabalhadores, DESDE QUE os gerentes fossem do PS (mais tarde até se podia anunciar a extensão dos apoios aos familiares de membros do PS).
Ou então apoiava TODOS os gerentes, independentemente do número de trabalhadores, DESDE QUE o gerente tivesse proporcionado negócios chorudos a membros do governo.
É deste tipo de solidariedade que nós precisamos neste momento de aperto. Os holandeses, aqueles repugnantes, bem podem aprender contido, ó Costa!