A portaria que atualiza e aumenta os montantes mensais dos abonos de família e repõe o quarto escalão de rendimentos para as crianças até aos três anos foi hoje publicada em Diário da República.
Além de atualizar o valor das prestações no âmbito do subsistema de proteção familiar, a portaria dá início a “um processo de convergência” do valor de apoio de que beneficiam as crianças entre os 12 meses e os 36 meses com o montante de apoio que atualmente é atribuído, dentro de cada escalão, às crianças até um ano.
Em relação ao primeiro escalão de rendimentos, o diploma determina que o valor mensal para crianças até aos 12 meses passa a ser de 146,42 euros.
As crianças com idades entre um e três anos passam a receber uma prestação de 54,90 euros, até 30 de junho, valor que sobe para 73,21 euros a partir dessa data.
As crianças com idade superior a três anos recebem 36,60 euros mensais, segundo a portaria conjunta dos ministros das Finanças e do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, que tem efeitos desde 1 de janeiro.
Relativamente ao segundo escalão de rendimentos, os valores passam a ser de 120,86 euros para bebés até aos 12 meses e de 45,33 euros para crianças entre um e três anos, até 30 de junho, valor que aumenta para 60,43 euros, a partir de 1 de julho. Para as crianças com três ou mais anos o valor será de 30,22 euros mensais.
No que respeita ao terceiro escalão de rendimentos, a portaria determina uma prestação social de 95,08 euros para bebés até um ano de idade e de 27,35 euros para crianças com três ou mais anos.
Para as crianças com idades entre os 12 e os 36 meses, o valor mensal do abono de família será de 38,64 euros até 30 de junho e de 49,93 euros a partir dessa data.
A portaria repõe o quarto escalão de rendimentos
, que tinha sido eliminado em 2010, para crianças até aos três anos, que passam a receber 9,46 euros mensais até 30 de junho e 18,91 euros depois dessa data.As majorações em função de situações de monoparentalidade e para as famílias mais numerosas são igualmente atualizados tendo por referência os valores fixados para o abono de família para crianças e jovens.
A portaria atualiza, ainda, os montantes da bonificação por deficiência do abono de família para crianças e jovens, do subsídio mensal vitalício e do subsídio por assistência de terceira pessoa.
Os montantes mensais do abono de família pré-natal são de 146,42 euros para o primeiro escalão de rendimentos, de 120,86 euros, para o segundo, e de 95,08 euros para terceiro.
Já a bonificação por deficiência é de 61,57 euros para titulares até aos 14 anos, de 89,67 euros para titulares dos 14 aos 18 anos e de 120,04, para titulares dos 18 aos 24 anos.
Segundo a portaria, o subsídio mensal vitalício é 177,64 euros e o subsídio por assistência de terceira pessoa é de 101,68 euros.
No diploma, os ministros das Finanças, Mário Centeno, e o ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, afirmam que “o reforço das políticas sociais dirigidas às famílias, designadamente no âmbito da estratégia de combate à pobreza das crianças e jovens, constitui um dos objetivos consagrados” no Programa do Governo.
Segundo o ministro Vieira da Silva, 130 mil crianças serão beneficiadas, no mínimo, com esta alteração que visa combater a pobreza infantil.
[sc name=”assina” by=”” url=”” source=”Lusa” ]
Malvado do Costa a dar (distribuir apoios, mais correctamente - ninguém dá nada!) ajuda ás familias mais carenciadas. Devia era dar às grandes empresas e aos "mercados" que tanto precisam, coitados. Esta gente de esquerda sempre a pensar nos portugueses... Que parvoíce! Deveriam era estar preocupados em aumentar a pobreza e o desemprego para que os "troikianos" se sintam felizes. Deviam era congelar (ou reduzir) as pensões aos mais idosos para conquistar a confiança dos credores/agiotas. Malvado Costa. Devia demitir-se pelo mau serviço que está a prestar aos tubarões do nosso país (e da "União" Europeia = Merkl)! Devia! Malvado do Costa, do indiano. Malvada da esquerdalha que só pensa no bem estar de TODOS os portugueses, ao contrário dos outros (?) que fazem (TUDO) aquilo que deve ser feito para "construir" um Portugal que cada vez mais é menos nosso. Malvado do Costa!