Paulo Vaz Henriques / Portugal.gov.pt

O Primeiro-Ministro António Costa, e o Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa

O Partido Socialista (PS) foi o partido que, em maio, mais subiu nas intenções de votos, chegando mesmo aos 40,3% – perto da maioria absoluta. A grande presença mediática de António Costa e a gestão da crise parecem ser as razões.

De acordo com a sondagem da Intercampus para o Jornal de Negócios e o Correio da Manhã, 40,3% dos eleitores votariam nos socialistas. Em abril, as intenções de votos no PS eram de 35,4%.

O PSD mantém a intenção de voto nos 23,3%, o Bloco de Esquerda continua a ser o terceiro partido com 9%, apesar de uma queda. O Chega, de André Ventura, cai de 7,8% para 6,8%. A CDU sobe de 5,8% para 5,9%. O PAN regista uma descida acentuada para 3,6%, a mesma percentagem do CDS, que também perde eleitores.

Em termos de popularidade, numa escala de 1 a 5, Costa mantém os 3,8 pontos e Rui Rio, líder do PSD, os 3,4

que registavam em abril.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, passa de 4 valores em abril para 3,9 em maio, ficando mesmo ao mesmo nível do que Costa. Ainda assim, 64,5% dos inquiridos votariam no atual Presidente para cumprir um segundo mandato em Belém.

De acordo com a sondagem, a crise pandémica tem vindo a beneficiar António Costa, mesmo com a polémica do Novo Banco e do choque com Mário Centeno, ministro das Finanças.

O trabalho de campo decorreu entre 5 e 9 de maio, no decorrer da polémica do Novo Banco, quando o primeiro-ministro assumiu não ter sido informado do pagamento de 850 milhões de euros ao Fundo de Resolução.

Aliás, segundo a sondagem, Centeno é o ministro mais bem avaliado (30,2%). A ministra da Saúde, Marta Temido, ocupa o top 3 dos ministros mais populares (16%), seguida por Siza Vieira, da ministro da Economia (6,6%).

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