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Há pelo menos 159 professores do ensino oficial obrigatório que, como candidatos a deputados nas eleições legislativas de 4 de Outubro, vão poder faltar às aulas para participar na campanha eleitoral.
Esta circunstância, prevista na lei, garante aos docentes o direito a 15 dias de dispensa das aulas para entrarem na campanha eleitoral.
O Diário de Notícias apurou que há, pelo menos, 159 docentes do 1º ciclo ao Secundário que são candidatos a deputados e que vão assim obrigar os directores das respectivas escolas a alguma “ginástica” para evitar prejudicar os alunos.
“Uns contratam substituto por um mês, outros pedem aos docentes que reponham as aulas mais tarde, troquem com colegas e noutros casos esperam que o professor compense depois durante o ano a matéria em falta”, aponta o diário.
O director do Agrupamento de Escolas de Felgueiras, Pedro Araújo, explica ao jornal que um docente de História de um estabelecimento do Secundário lhe comunicou que “não ia faltar os dias todos, apesar de ter metido o requerimento” para poder ter direito à dispensa para fazer campanha.
ZAP
É inacreditável a percepção que há entre a população, de que o carreirsismo pessoal na política é o ramo "profissional" mais rentável. Nem que seja com a noção de que é uma possibilidade de roubar legalmente.
A quantidade de zés-ninguéns que eu pessoalmente já conheci a meter-se na política nem que fosse como vereador de uma qualquer junta de fregusia esquecida... É inacreditável e sem qualquer comparação com nem há 10 anos atrás.
Isto é o que mais me salta à vista nesta notícia!..