Philippe Wojazer / EPA
Um professor foi decapitado depois de ter mostrado caricaturas de Maomé na sala de aula, num liceu de uma localidade perto de Paris.
Um professor foi decapitado, na tarde desta sexta-feira, junto ao colégio de Bois d’Aulne em Conflans Sainte-Honorine (Yvelines), perto de Paris, num caso cuja investigação foi entregue à Procuradoria Nacional Antiterrorismo francesa.
O suposto agressor foi gravemente ferido pela polícia. Mais tarde, fonte judiciária não identificada pela AFP informou que o atacante acabou por morrer devido à gravidade dos ferimentos sofridos. O incidente aconteceu por volta das 17h00 locais, perto de uma escola.
A polícia confirmou que a vítima mortal era professor num colégio da localidade e que, numa das suas aulas, terá mostrado caricaturas do profeta Maomé, dados que levaram a que a investigação tenha sido entregue ao órgão de investigação antiterrorismo.
A Procuradoria Nacional Antiterrorismo abriu uma investigação por “assassinato com ligação a atividade terrorista” e “associação criminosa terrorista“.
A polícia chegou ao local depois de uma chamada sobre um indivíduo suspeito que vagueava perto da escola. Chegadas ao local, as autoridades francesas encontraram o corpo da vítima mortal e, mais tarde, avistaram o suspeito que se revelou agressivo e com uma arma branca.
Depois de recusar o pedido para baixar a arma, as autoridades abriram fogo sobre o suspeito.
“Ataque terrorista islâmico”
O chefe de Estado francês, Emmanuel Macron, considerou que o homicídio de um homem, nas imediações do colégio de Bois d’Aulne, em Conflans-Sainte-Honorine, arredores da capital do país, é um “característico ataque terrorista islâmico
”, no entanto, “o obscurantismo não vencerᔓUm dos nossos compatriotas foi morto hoje porque ensinou (…) a liberdade para acreditar e não acreditar”, acrescentou Macron, desta vez citado pela Associated Press (AP).
O Presidente francês vincou que este ataque não pode dividir o país, uma vez que, na opinião de Macron, é esse o objetivo dos extremistas: “Temos de nos unir enquanto cidadãos.”
O alegado suspeito da decapitação de um homem, nos arredores de Paris, em França, terá gritado “Allah ‘Akbar” (“Deus é grande” em árabe) quando foi baleado pela polícia.
De acordo com uma fonte da investigação a este homicídio, a polícia também está interessada numa fotografia no Twitter, através de um utilizador que, entretanto, encerrou a conta, da cabeça decapitada da vítima. As autoridades estão a tentar perceber se esta fotografia foi publicada pelo alegado autor do homicídio ou por outra pessoa.
A AFP dá conta de que a fotografia acompanhava uma mensagem dirigida ao Presidente francês, Emmanuel Macron, apelidado de “o líder dos infiéis”. “Executei um dos cães infernais que ousou menosprezar Muhammad [o profeta Maomé]”, explicitaria esta mensagem.
[sc name=”assina” by=”ZAP” url=”” source=”Lusa”]
Não sou racista, nem xenófobo mas a religião muçulmana deveria ser proibida na europa! Esta religião é um cancro na sociedade europeia. Se não se sabem comportar como gente não têm lugar no continente europeu!
Não me venham dizer que há moderados e radicais em todas as religiões porque na religião muçulmana não existem moderados. Nunca vi nenhum muçulmano condenar este tipo de acções. A desculpa é sempre, não deveriam brincar com Maomé. Como se isso justificasse a barbárie que cometem.