O Presidente francês, François Hollande.
O primeiro-ministro francês François Hollande, com Valérie Trierweiler.
A agora ex-primeira-dama francesa, Valérie Trierweiler, actual companheira de François Hollande
Para os analistas, a população francesa receia que o novo romance de Hollande com a actriz Julie Gayet o faça perder o foco dos problemas do país
Ségolène Royal, primeira mulher de François Hollande, com quem teve 3 filhos

O presidente francês, François Hollande, anunciou hoje, em exclusivo à agência noticiosa francesa AFP, o “fim da vida em comum” com Valérie Trierweiler, duas semanas após as notícias da ligação com a atriz Julie Gayet.

Hollande sublinhou falar a título pessoal e não enquanto chefe de Estado, uma vez que se tratava da “vida privada”.

“Dou assim a saber que pus fim à vida comum que partilhava com Valérie Trierweiler”, declarou.

A crise conjugal de François Hollande e Valerie Trierweiller começou há duas semanas, quando a revista Closer revelou que o presidente Hollande teria um caso com a atriz Julie Gayet desde a campanha presidencial de 2012. A semana passada, o presidente francês admitiu que estava a passar por um “momento doloroso” no seu relacionamento.

Com o estouro do escândalo, Trierweiller esteve dez dias internada em um hospital em Paris, alegando uma “crise de depressão”. Ontem, a jornalista viajou para a Índia em missão de caridade, um compromisso oficial como primeira-dama da França.

Embora não sejam oficialmente casados, Hollande e Trierweiller mantém um relacionamento desde 2007, altura em o presidente se separou da ex-deputada Ségolène Royal

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Até hoje, Hollande e Gayet não confirmaram ou desmentiram o caso.

França nega que Hollande vá anunciar separação

O porta-voz do governo da França tinha negado este sábado que o presidente François Hollande fosse anunciar a separação de Valérie Trierweiller.

O anúncio foi feito após o Le Journal du Dimanche publicar no seu site uma notícia afirmando que o casal anunciaria o fim do relacionamento este sábado. A publicação francesa não citava a fonte da informação.

No entanto, o porta-voz do palácio disse que o “rumor não é verdadeiro” e que o governo não tem planos de emitir um comunicado.

ZAP/Lusa/MA/AE