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Esta segunda-feira, os combustíveis vão sofrer a subida mais alta do ano. Cada vez mais portugueses vão abastecer o carro a Espanha, mas o ministro da Economia apela ao patriotismo e pede para não o fazerem.
Manuel Caldeira Cabral, ministro da Economia, mostra-se preocupado com o facto de muitos condutores que vivem perto de Espanha estarem a optar por abastecer as suas viaturas do outro lado da fronteira, onde os combustíveis são mais baratos.
Uma situação que tem tendência para subir, face aos significativos aumentos nos combustíveis que estão previstos para segunda-feira, em Portugal.
“Temos de olhar com preocupação porque corresponde também a impostos que deixam de ser pagos em Portugal“, salienta Manuel Caldeira Cabral em declarações à RTP1 citadas pelo Jornal de Negócios.
Frisando o facto de muitos contribuintes nacionais estarem assim, “a pagar impostos em Espanha”, o ministro sublinha que “é algo que temos de pedir aos portugueses que não façam”.
O agravamento do imposto sobre os Produtos Petrolíferos, previsto no Orçamento do Estado para 2016, que já foi posto em prática no início de Fevereiro passado, aumentou os preços nas gasolineiras, mas, na segunda-feira, haverá o maior aumento do ano.
O Diário Económico reporta que o preço da gasolina vai subir “na ordem dos quatro cêntimos por litro”, devendo superar a barreira dos 1,4 euros, máximo verificado em Novembro do ano passado.
O gasóleo deverá aumentar “até três cêntimos”, de acordo com o mesmo Económico.
Subidas que acompanham o aumento das cotações dos mercados internacionais, mantendo Portugal com a quarta gasolina mais cara da União Europeia, atrás de Holanda, Itália e Dinamarca.
O governo tinha prometido baixar os impostos sobre os combustíveis, caso os preços dos mercados internacionais subissem, mas não vai fazê-lo. O Ministério das Finanças entende que “não existem razões para reavaliar o aumento do imposto”, conforme refere a Rádio Renascença.
SV, ZAP
Como o Sr. Ministro não precisa de se preocupar com os aumentos, pois tem carro e gasolina de borla ( usurpadores), nós o comum dos mortais temos de cortar na comida (nossa e filhos) para podermos trabalhar.
O Sr. ministro se andasse de autocarro, eléctrico ou metro já poderia falar.
EU VOU ABASTECER A ESPANHA E TRAGO JERRICANS CHEIOS.