Miguel A. Lopes / Lusa
A ministra de Estado e da Presidência revelou que Portugal tem a possibilidade de fazer nove mil testes diários, e que nem todos estão a ser utilizados, “o que significa que ninguém deixou de ser testado por falta de testes”.
Em entrevista ao Jornal da Oito, na TVI, Mariana Vieira da Silva disse esta quinta-feira que Portugal tem disponíveis “nove mil testes por dia”, frisando que a prioridade passa por testar os mais idosos e as pessoas dos grupos de risco.
“Ninguém ficou por testar“, reforçou a governante, dando conta que as autoridades de saúde, o Governo e os hospitais estão a trabalhar para alargar o número de testes feitos.
O critérios dos testes “têm evoluído”, explicou, citada pelo Expresso, dando conta que, a partir da próxima semana, poderá haver uma generalização dos testes à Covid-19.
“Estamos a trabalhar com a comunidade científica portuguesa a testar um teste mais rápido. É preciso que seja verificado. Se se confirmar, a partir da próxima semana teremos testes rápidos, que nos permite generalizar”, revelou.
A governante frisou que esta pandemia é uma situação ímpar e que a crise será “longa”. No melhor cenário, Portugal atingirá o pico da doença está na “terceira semana de abril”.
“As melhores previsões apontam para a terceira semana de abril. Não significa que comece logo a descer, significa que entramos numa nova fase, mas não é fácil definir o melhor cenário e o pior”, disse Mariana Vieira da Silva.
O objetivo do Governo, referiu é “que o pico não seja demasiado severo para não haver pressão no Serviço Nacional de Saúde”.
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MENTIRA, senhora ministra!
Tenho um familiar que trabalha numa escola, contactou DIRECTAMENTE com alguns colegas em que existem DOIS casos confirmados de Coronavírus, e ainda NÃO foi contactado para qualquer acção profilática, de salvaguarda ou teste!
Por isso, a senhora ministra não passa de uma carinha bonita e bem falante, à espera que metade da população MORRA, para os cofres do Estado pouparem uns milhões!
Eu próprio tenho Diabetes e idade avançada (a caminho dos 70 anos), não consigo que o Centro de Saúde atenda os meus telefonemas, preciso urgentemente de MEDICAMENTOS para controlar a minha doença crónica. E como não posso sair de casa, o que me resta fazer?
Por acaso (ou não), sou a favor da EUTANÁSIA!