Quique Garcia / EPA

O prémio The Best está envolvido numa nova polémica, após o capitão da seleção da Nicarágua e o selecionador do Sudão negarem ter votado em Lionel Messi para o galardão de melhor jogador.

Lionel Messi conquistou, pela sexta vez, o prémio The Best da FIFA, sucedendo ao croata Luka Modric. O argentino superou a concorrência de Cristiano Ronaldo e Virgil Van Djik.

Contudo, levantou-se uma polémica em relação aos votos de Messi, com o capitão da Nicarágua e o selecionador do Sudão a garantirem que não votaram no jogador, apesar da FIFA ter divulgado uma informação contrária a isso.

Através das redes sociais, o nicaraguense Juan Barrera garante que não votou para os prémios The Best e que qualquer informação divulgada sobre o seu voto é falsa. Na lista de quem votou em quem, divulgada pela FIFA, Barrera terá votado em Messi, Mané e Ronaldo, respetivamente.

“Eu não votei em Messi. O ano passado sim, votei. Este ano não o fiz”, disse o jogador em declarações ao La Prensa, citado pela revista Sábado.

O capitão da Nicarágua não foi o único a insurgir-se contra os votos divulgados pela FIFA. Também o croata Zdravko Lugarisic, selecionador do Sudão, garante que os seus votos foram destinados a Salah, Mané e Mbappé. De acordo com os dados oficiais da FIFA, o treinador alegadamente votou em Van Djik, Lionel Messi e Cristiano Ronaldo.

De acordo com o jornal A BOLA, o boletim de voto do croata terá sido rasurado.

[sc name=”assina” by=”ZAP” url=”” source=””]