A Associação dos Pilotos Portugueses de Linha Aérea pretende que o governo acabe com a medida que anunciou há cerca de um mês, depois da queda do avião da Germwings nos Alpes, e que obriga à permanência constante de dois elementos no cockpit.
Uma pretensão divulgada pelo presidente da Associação dos Pilotos Portugueses de Linha Aérea (APPLA), Miguel Silveira, em declarações à TSF.
A medida obriga a que, na ausência de um dos pilotos do avião do cockpit, para, por exemplo, satisfazer necessidades fisiológicas, este seja substituído por um dos elementos da tripulação.
Ora, de acordo com o presidente da APPLA os tripulantes não estão devidamente preparados para enfrentarem os comandos de uma aeronave.
Ideia refutada pelo presidente da Associação Portuguesa de Tripulantes de Cabine, Vasco Cipreste, que garante que a tripulação está “treinada para estar no interior de um cockpit”.
O representante dos pilotos considera, contudo, que a melhor forma de lidar com este caso é encontrar uma via tecnológica que permita a abertura da porta do cockpit do exterior.
A medida de permanência constante de duas pessoas no cockpit foi anunciada pelo governo depois de no passado dia 24 de março um acidente nos Alpes ter vitimado 150 pessoas.
O acidente terá sido deliberadamente provocado pelo co-piloto do avião da Germanwings, que despenhou a aeronave quando o piloto se ausentou para ir à casa de banho.
ZAP
Resolvam lá questão de vez.Não me obriguem a ter que viajar de burro,ao gosto do senhor Medina Carreira.