O secretário da Defesa interino norte-americano, Patrick Shanahan, anunciou na segunda-feira o desbloqueio de mil milhões de dólares para a construção de um muro na fronteira entre os Estados Unidos e o México.

Shanahan “autorizou o comandante do Corpo de Engenheiros do Exército a começar a projetar e executar até mil milhões de dólares de apoio ao departamento de Segurança Interna, à Alfândega e à Patrulha de Fronteira”, segundo um comunicado do Pentágono.

O departamento de Segurança Interna pediu ao Pentágono a construção de 92 quilómetros de um muro de 5,5 metros de altura, a construção de uma estrada paralela e a iluminação da linha de fronteira.

O Presidente disse que precisa de poderes excecionais, para proteger a nação dos imigrantes ilegais e dos traficantes de drogas, considerando que a rejeição por parte do Congresso para os cerca de cinco mil milhões de euros que pediu para a construção do muro o levaram a declarar o estado de emergência.

Donald Trump tinha declarado estado de emergência

, alegando razões de segurança, para conseguir canalizar fundos orçamentais para a construção de um muro ao longo da fronteira com o México, uma das suas bandeiras da campanha eleitoral, em 2016. Por 51 votos a favor contra 49 contra (onde os Republicanos dominam por 53 contra 47), a resolução foi aprovada. Por 51 votos a favor contra 49 contra (onde os Republicanos dominam por 53 contra 47), a resolução foi aprovada.

Com o veto presidencial, a declaração de emergência nacional regressa à Câmara de Representantes, onde será preciso uma maioria qualificada de dois terços para rejeitar de novo a proposta de Donald Trump. Entre os senadores Republicanos que votaram ao lado dos Democratas surgem nomes relevantes do partido, como Mitt Romney, do Utah, que foi candidato presidencial em 2012.

[sc name=”assina” by=”ZAP” source=”Lusa” ]