Sean Done Photography / Flickr
Zombie Walk Paris 2011
O Pentágono tem um plano de acção preparado para a eventualidade de o país ser invadido por mortos-vivos, e deixa um aviso: este assunto não é uma brincadeira.
A notícia foi avançada pela cadeia de elevisão CNN, que refere que embora o documento, designado CONOP 8888, não seja confidencial, estava guardado em instalações privadas do Pentágono.
O plano, inicialmente revelado pela revista norte-americana Foreign Policy, foi baptizado Counter-Zombie Dominance e é de 30 de abril de 2011. Os seus autores realçam que o estudo do conceito “não tem nada a ver com uma brincadeira”.
No documento, que é classificado como uma ferramenta de treino num cenário fictício, a noção de zombie foi usada para designar “um adversário convencional cuja ocorrência é totalmente impossível”, explicou Pamela Kunze
, porta-voz do Comando Estratégico Americano, que acrescenta que o documento “não é um plano do Comando Estratégico”.Impressionante
Apesar disso, o grau de detalhe com que o Pentágono se preparou para combater uma invasão de mortos-vivos é impressionante.
Em caso de um apocalipse zombie, o documento do Pentágono explica que é necessário “concentrar todo o poder de fogo na cabeça do zombie, em especial no cérebro”, e que para neutralizar completamente a ameaça é “necessário queimar o corpo“.
O documento descreve os diferente tipos de zombies que podemos esperar encontrar: originados por vírus, radiação ou magia negra, canibais ou vegetarianos.
O plano detalha todas as fases de uma operação de combate aos invasores, desde a comunicação da ameaça às populações e posicionamento estratégico das forças militares até ao estabelecimento de postos de assistência médica.
O plano de contingência previsto para o caso de instalações de interesse estratégico estarem infiltradas pela ameaça zombie é usar robots controlados remotamente para recuperar o controlo das instalações.
E a minúcia do documento vai ao ponto de clarificar a cadeia de comando nomeada para lidar com a ameaça zombie, do Presidente dos Estados Unidos até às diferentes figuras da hierarquia militar, Departamento de Estado e Serviços Secretos.
Mas qual a razão de uma escolha tão extravagante para um cenário de treino? Saberá o Pentágono de alguma coisa que desconhecemos?
A explicação é simples: é a melhor forma de evitar que a opinião pública confunda um cenário de treino fictício com uma situação real, e politicamente muito mais correcto do que imaginar uma invasão de canadianos ou albaneses.
[sc name=”assina” by=”AJB, ZAP” url=”” source=”” ]
vocês, ao menos verificam a idoneidade das vossas fontes? esta notícia é tão absurda que me parece apenas um chamariz. não me parece verdadeira, e se não for, a vergonha é vossa e quem vai acabar por perder leitores serão vocês. vou procurar verificar a credibilidade dela para ou fazer um pedido de desculpas ou deixar de vos subscrever.