Vitor Pires / Portugal.gov.pt
O Primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, com o vice-Primeiro-ministro Paulo Portas e a ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque
O anterior governo gastou no mês de Novembro 278,3 milhões de euros da chamada almofada financeira total de 945,4 milhões, que está definida no Orçamento do Estado para 2015.
Um dado divulgado pela Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) que revela que até Outubro deste ano foram reafectados 351,5 milhões de euros.
É o mesmo que dizer que nos primeiros 10 meses do ano, o Estado gastou 37% da almofada financeira global prevista para 2015.
Só em Novembro, houve gastos de 278,3 milhões de euros, maioritariamente destacados para pagamento de pessoal dos Ministérios da Educação e da Justiça.
Assim, apenas num mês, o governo anterior gastou 30% da almofada financeira prevista para fazer face a eventuais despesas excepcionais.
De Janeiro até Novembro, foram gastos 533,5 milhões de euros, pelo que restam apenas 61,2 milhões até ao fim do ano.
Estes números complicam as contas para atingir os objectivos definidos para a despesa pública e para a meta do défice de 2,7% definida pelo anterior governo para 2015.
A UTAO alerta para a “derrapagem clara” no capítulo da aquisição de bens e serviços, onde foram gastos, “até ao final de Outubro, 82,5% da dotação prevista para o total do ano”, diz o Público.
Assim, conforme se sublinha no jornal, para cumprir a meta orçamental neste âmbito é necessário que nos últimos meses deste ano se gastem menos 629 milhões de euros do que no mesmo período de 2014.
As receitas fiscais são outro ponto de análise na nota da UTAO que evidencia que ficaram aquém do previsto, crescendo “4,1% nos dez primeiros meses, quando a meta anual é de 4,3%”, frisa o Público.
ZAP
He He é igual a eles, olhe lá o dinheiro é do Pais e não dos políticos ou partidos, alias dinheiro roubado ao povo com os sacrifícios impostos nestes últimos 4 anos, você está a querer dizer que qualquer governo que junte dinheiro tem direito a gasta-lo como quer, dinheiro do Povo e do Pais não deles.
O amigo é por pessoas assim que o Pais está nesta podridão, políticos que acham que o dinheiro é deles e não do Pais, que acham que eles e só eles é que sabem a melhor maneira de governar mas só fazem merda, desvios e roubos a descarada, olhe lá amigo se todos pensarem assim coitados de nós no futuro.
Deveriam por lei todos trabalhar para o Pais pois é este que lhes paga os ordenados mas não trabalham para os interesses partidários e amigalhaços e nada mais , por mim podiam pendura-los todos no arame da esquerda a direita.