Mário Cruz / Lusa
A Assembleia da República “chumbou” esta sexta-feira um referendo sobre a morte medicamente assistida, ou eutanásia, apresentado através de uma iniciativa popular com mais de 95 mil assinaturas.
Votaram a contra o PS, Bloco de Esquerda, PCP, Verdes, PAN, nove deputados do PSD, entre os quais o líder do partido, Rio Rio, e as deputadas não inscritas Joacine Katar Moreira (ex-Livre) e Cristina Rodrigues (ex-PAN).
A favor votaram o CDS-PP, a grande maioria da bancada do PSD e o deputado da Iniciativa Liberal (IL), João Cotrim Figueiredo.
O deputado do Chega André Ventura não esteve presente.
Na bancada do PSD, detalha o jornal Público, votaram contra a proposta, além de Rui Rio, André Coelho Lima, António Lima Costa, Mónica Quintela, Catarina Rocha Ferreira, Isabel Meireles, Márcia Passos, António Maló de Abreu e Sofia Matos – uma minoria
, isto é nove em 79 parlamentares eleitos para a Assembleia da República.Esta proposta de referendo sobre a eutanásia resulta de uma iniciativa popular, lançada pela Federação Pela Vida, com mais de 95 mil assinaturas, que foi entregue, em junho passsado, na Assembleia da República.
Constitucionalmente, cabe à Assembleia da República votar e decidir a proposta de consulta popular que, neste caso, já se esperava que fosse chumbada.
[sc name=”assina” by=”ZAP” source=”Lusa” ]
Isto só demonstra que o parlamento não esta para nos governar, mas apenas para se governar!
Se este assunto é de MUITO MAU GRADO ser discutido agora (até parece que os políticos querem garantir uma finalização do "trabalho" de "limpar" os mais idosos "começa" pelo Covid-19... acreditem que não esta muito longe disto!), é muito pior não passa esta responsabilidade moral para a população em geral.