Mário Cruz / Lusa

O desempenho de António Costa e do resto do Governo no combate à pandemia de covid-19 levou a que o PS crescesse quatro pontos percentuais nas intenções de voto dos portugueses, comparativamente com março, chegando aos 35,4%.

Numa sondagem da Intercampus realizada para o CM, CMTV e Jornal de Negócios, as intenções de voto do Partido Socialista foram as que mais aumentaram comparativamente ao mês passado. O PS aumentou quatro pontos percentuais, atingindo os 35,4%. O PSD também cresceu, embora a um ritmo mais lento, chegando aos 23,3% das intenções de voto.

Os respetivos lideres partidários também saem a ganhar de toda esta crise. Numa avaliação de 0 a 5, o primeiro-ministro português, António Costa, passou de uma nota de 3,4 para 3,8. Por sua vez, o presidente do PSD, Rui Rio, aumentou de 3 para 3,4. Os portugueses avaliam ainda o desempenho de Marcelo Rebelo de Sousa com nota 4 e o desempenho do Governo com 3,8.

Quase todos os restantes partidos registaram uma queda nas intenções de voto. O Bloco de Esquerda caiu de 14,5% para 11,9%, registando a queda mais abrupta de todas as forças partidárias. Até mesmo o Chega, que tem aumentado gradualmente nas intenções de voto ao longo dos últimos tempos, registou uma queda e 8,6% para 7,8%. A CDU reduziu as intenções de voto de 6,1%% para 5,8% e o PAN caiu de 5,9% para 4,9%.

Em sentido contrário, o CDS teve um aumento residual de 3,6% para 3,9%, enquanto o Livre o Iniciativa Liberal aumentaram para 0,7% e 2,4%, respetivamente.

De acordo com a sondagem realizada pela Pitagórica para o Jornal de Notícias e TSF, em março, quase dois terços dos inquiridos aprovaram a forma de governar do primeiro-ministro, tendo sido este o valor mais alto desde abril de 2019.

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