O surto do novo coronavírus, Covid-19, está a ter influência na popularidade dos governantes. Enquanto António Costa sai reforçado, Marcelo piora a sua imagem.

Uma sondagem da Intercampus para o Jornal de Negócios e para o Correio da Manhã mostra que a popularidade do primeiro-ministro, António Costa, aumentou, enquanto que a do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que decidiu decretar o estado de emergência, caiu.

A sondagem foi realizada entre 14 e 19 de março, período que abarca parcialmente o impacto do processo que levou à declaração do estado de emergência

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De acordo com a sondagem, a popularidade de António Costa subiu de 2,9 para 3,3 pontos percentuais – numa escala até 5. Já a popularidade de Marcelo Rebelo de Sousa caiu de 3,9 para 3,7 pontos percentuais.

Em relação aos partidos, o Bloco de Esquerda (14,5%) e o Chega (8,6%) foram aqueles que mais subiram em termos de popularidade.

O PS reforçou-se em 31,4% e o PSD desceu para 21,9%. A CDU ficou-se por 6,1% e o PAN com 5,9%. O CDS estabilizou nos 3,6%. A Iniciativa Liberal recuou para 2,3% e o Livre ficou-se pelos 0,2%.

Porém, já relativamente aos líderes partidários, André Ventura foi o único que apresentou uma quebra, caindo para 2,4 pontos percentuais.

A avaliação de António Costa como secretário-geral do PS melhorou, fixando-se em 3,4. As notas de Rui Rio (3), Catarina Martins (3,1), Jerónimo de Sousa (2,9) e de João Cotrim Figueiredo (2,5) permaneceram estáveis.

Já as avaliações de André Silva (2,9), Francisco Rodrigues dos Santos (2,8), e da deputada não inscrita Joacine Katar Moreira (1,9) tiveram ligeiras subidas.

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