A localização dos campos onde se cultiva milho transgénico em Portugal está disponível a partir desta quinta-feira na Internet, anunciou a associação ambientalista Quercus, recordando que estas plantações podem ser prejudiciais para a saúde das populações vizinhas.
O mapa
com a identificação e a localização dos campos de milho transgénico em Portugal foi disponibilizado hoje pela Plataforma Transgénicos Fora, depois de vários pedidos feitos ao Ministério da Agricultura para que divulgasse esta informação.A Quercus recorda que o ministério recolhe anualmente esta informação mas “só divulga dados muito incompletos e tem vedado o acesso do público às localizações exatas dos terrenos: foram precisas cinco ações em tribunal para obter os dados completos de 2005 até 2014”.
No mapa, disponível em www.stopogm.net, é possível consultar os nomes, moradas e áreas das explorações agrícolas que adoptaram o milho transgénico para os anos de 2013 e 2014, embora haja cultivos continuamente desde 2005.
A Plataforma Transgénicos Fora acredita que com este mapa, os portugueses vão poder descobrir “os vizinhos que não sabiam que tinha à porta e pressionar o governo no sentido da proibição total do cultivo deste milho transgénico”.
Em termos ambientais, a Quercus lembra ainda que já existiram impactos negativos em espécies que não são alvo do ecossistema agrícola.
“A Monsanto, a única empresa detentora de autorização para cultivo de milho transgénico na União Europeia, não cumprir a legislação em vigor quanto à monitorização ecológica de risco, uma acusação recentemente publicada pela própria EFSA – Autoridade Europeia de Segurança Alimentar”, explicam.
/Lusa
Este pais, disculpas, algo que se parece ao que deveria ser um pais, é uma des-vergonha, eu levo 5 anos para que a IMTT me informe de quem é o dono de um carro que me atropelou e fugiu. onde esta a legalidade? Onde está o estado de Direito? A quem acudir? Onde vou presentar queixa contra o Estado português, contra a IMTT?, contra o presidente da Republica? Isto não é um pais europeu, tampouco um pais decente.