O diretor da Organização Mundial de Saúde (OMS) defende que, além de beijos e abraços, também o cumprimento com o cotovelo deve ser evitado.
“Ao cumprimentar as outras pessoas, o melhor é evitar cotoveladas, porque estas colocam-nos a menos de um metro de distância da outra pessoa”, escreveu Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS) na rede social Twitter, de acordo com o Diário de Notícias.
Como alternativa, o responsável da OMS sugere o gesto de levar a mão ao coração, mantendo sempre uma distância de, no mínimo, 1,5 metros em relação a outra pessoa.
Carlos Fuente Lafuente, diretor do Centro de Treino de Protocolos do ISEMCO e ex-responsável pelo protocolo da Fundação Princesa das Astúrias, disse, em declarações ao jornal espanhol ABC, que “o toque de cotovelo a que temos assistido tanto, na minha opinião, é uma saudação de mau gosto, anti-higiénica, que não cumpre as normas sobre o distanciamento social”.
Quando se fala do cumprimento com o cotovelo, descarta-se também todas as outras formas de cumprimento que não respeitem a distância de segurança, como um toque com os pés
ou com os punhos fechados.Com isto, pretende-se que as pessoas reduzam, ao máximo, o contacto físico, que é uma tendência natural humana. Segundo especialistas, deve ser suficiente para cumprimentar alguém nos próximos tempos.
Em Portugal, esta sexta-feira, durante a conferência de imprensa onde é feito um balanço da situação epidemiológica portuguesa, a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, apelou à diminuição do convívio. Graça Freitas pediu mais distanciamento, mesmo entre familiares que não vivam juntos.
Nas últimas três semanas, o ritmo de propagação do vírus cresceu, atingindo valores registados em abril, nas primeiras semanas do confinamento.
Esta sexta-feira, foram confirmadas mais três mortes e 687 novas infeções pelo novo coronavírus.
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Os muçulmanos é que se andam de cara coberta como agora se vê com as máscaras e cumprimentam com a mão no coração.
Esta pandemia da treta chamada Covid não passa de uma virose com aspirações comerciais a pandemia. Sem dúvida o negócio do século!