António Cotrim / Lusa

O Jornal de Negócios escreve esta quarta-feira que o Orçamento de Estado para 2021 atenua cortes nas pensões após desemprego prolongado.

De acordo com o diário de economia, o Parlamento aprovou, na especialidade, uma proposta que prevê um alívio no corte do valor da pensão a quem se reformar antecipadamente, em resultado de desemprego prolongado.

Apesar de o fator de sustentabilidade continue a tirar 15,5% ao valor da pensão, esta medida poderá representar um alívio de 6%, segundo o Económico.

O Eco explica que a medida em causa está relacionada a um dos dos dois regimes de acesso à pensão antecipada por desemprego de longa duração.

“Na prática, quem ficar sem emprego aos 52 anos ou depois disso, ao fim de mais de 22 anos de descontos, e se queira reformar entre os 57 e os 62 anos, depois de esgotado o subsídio de desemprego, o valor da pensão vai sofrer um corte de 0,5% por cada mês que falte até aos 62 anos”, escreve o mesmo jornal digital.

O OE2021 foi aprovado a 26 de novembro, na Assembleia da República, apenas com o voto a favor da bancada socialista. PCP, PEV, PAN e as deputadas não inscritas Joacine Katar Moreira e Cristina Rodrigues optaram pela abstenção.

PSD, BE, CDS, Chega e Iniciativa Liberal votaram contra.

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