Gabriel Pérez, SMM (IAC)
Uma equipa de cientistas norte-americanos encontrou evidências da existência de uma nova forma de matéria que Albert Einstein tinha já vaticinado.
Tal como explica o Live Science, Einstein tinha previsto este mesmo estado de matéria graças a procedimentos experimentais, nos quais partículas de luz de alta energia que disparam protões passam a uma curta distância do seu objetivo.
Quando os protões aceleram quase à velocidade da luz, os gluões que mantêm ligados os quarks que os compõem não colidem, separando-se antes em pares com menos energia até atingir um estado chamado “condensado de vidro colorido”.
Acreditava-se que “essa fase hipotética da matéria” existisse “em protões com alta carga de energia e em núcleos pesados”, tal como explicou Daniel Tapia Takaki, professor associado de Física e Astronomia da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, citado pelo mesmo portal de Ciência.
Agora, este mesmo feito, levado a cabo nas instalações do Grande Colisionador de Hadrões (LHC), foi alcançado pela aceleração de protões em alta velocidade: sob estas condições, os protões criam fortes campos eletromagnéticos e libertam energia na forma de partículas de luz (fotões), que os cientistas aprenderam a utilizar de novas forma.
“Quando uma onda de luz de alta energia atinge um protão, produz partículas – todos os tipos de partículas – sem quebrar o protão”, explicou Tapia Takaki, citado em comunicado. “Essas partículas são registadas pelo nosso detetor e permitem reconstruir uma imagem sem precedentes de alta qualidade do que está no interior”.
Os cientistas estão agora a utilizar este método para rastrear o inscritível condensado de vidro colorido, tal como nota o novo estudo, cujos resultados foram publicados na edição de agosto do The European Physical Journal C.
Partindo deste método, a equipa conseguiu, pela primeira vez, fazer uma medição indireta de gluões em quatro níveis diferentes de energia. No nível mais alto, os cientistas encontraram evidências de que o condensado se estava apenas a começar a formar.
Os cientistas esperam que o estudo do novo estado da matéria permita estudar as partículas em detalhe e revelar novos segredos do mundo da Física.
Os resultados experimentais “são muito empolgantes, fornecendo novas informações sobre a dinâmica do glutão sob o protão, mas existem muitas questões teóricas que ainda não foram respondidas”, acrescentou, Victor Goncalves, co-autor do estudo.
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A questão que me deixa mais em dúvida até o momento quando leio artigos como este é que Com tanto conhecimento sobre o mundo das partículas, matérias ou algo mais que compõem o mundo da física, como é que não usaram ainda tais conhecimentos para ajudar a amenizar alguns problemas da socidade, exemplo: Tentarem manipular ou direcionar partículas para acelerar ou direcionarAlternadores, fazendo com que eles se movimentem sozinhos, O chamado Motores perpétuos e fora este projetos tb muitos outros através da manipulações de partículas que com isto viria a ajudar a todos
UM ABRAÇO