[sc name=”ZAPV” url=”https://player.vimeo.com/external/377044376.m3u8?s=5a282e45471611371d6ecf174596029fad5e638f&oauth2_token_id=1275135991″ thumb=”https://i.vimeocdn.com/video/836341488_1280x726.jpg” src=”https://vimeo.com/377044376″]

O gado é uma das principais fontes de emissão de gases de efeito estufa, devido ao processo digestivo. Para reduzir a emissão de metano e, assim, combater o aquecimento global, a Nova Zelândia desenvolveu um sistema para detetar as ovelhas que emitem menos metano e cruzá-las entre si.

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), citada pela RT, o setor pecuário é responsável por 37% do metano produzido pela atividade humana. Na Nova Zelândia, a economia reside basicamente na criação desses animais.

Segundo comunicou a empresa Beef + Lamb New Zealand, uma das principais empresas de pecuária do país, os investigadores desenvolveram um sistema para detetar as ovelhas que emitem menos metano.

A verdade é que não há valor médio do gás gerado pelas ovelhas: algumas espécies produzem mais metano do que outras. Por esse motivo, os especialistas desenvolveram um índice que permite determinar o quão “ecológicas” são as ovelhas, cruzando-as de forma a obter uma prole menos “poluente”

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As emissões de metano produzidas por um rebanho podem ser medidas com câmaras portáteis entregues em herdades locais pelo Instituto de Pesquisa em Ciências Agrícolas da Nova Zelândia AgResearch. Os pastores colocam as suas ovelhas dentro desses recintos e, 50 minutos depois, os dispositivos mostram a quantidade de gás gerada nesse período.

Embora esta estratégia não traga resultados tangíveis no futuro próximo, é um método cumulativo e não tem impacto negativo na produtividade, afirmaram os especialistas.

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