Homem de Gouveia / Lusa

Marinho e Pinto, primeiro presidente do Partido Democrático Republicano

O Partido Democrático Republicano (PDR) elegeu este domingo, em Lisboa, o eurodeputado Marinho e Pinto para presidente e adiou a eleição do Conselho Nacional por “falta de condições para garantir um ato eleitoral isento”.

A eleição do presidente decorreu durante a primeira assembleia-geral de filiados do PDR, de acordo com três comunicados divulgados ao longo do dia pela comissão organização do encontro do partido, com participantes das várias regiões do país, desde o Minho ao Algarve, Açores e Madeira.

De acordo com os comunicados, na sequência de uma votação, foram “aprovados por maioria a Declaração de Princípios, os estatutos do PDR e Marinho e Pinto como presidente do partido”.

Eleições para o Conselho Nacional adiadas

Ao final da tarde, a comissão organizadora viria a anunciar que Marinho e Pinto fez uma declaração informando que “não se realizaria qualquer votação” para o Conselho Nacional no dia de hoje, uma vez que “não estavam reunidas as condições necessárias para garantir um ato eleitoral isento

“.

Acrescentou ainda que era “necessário reelaborar os cadernos eleitorais” e que se tinha “deliberado a realização da eleição para este órgão em nova convocatória de filiados”, a ser divulgada num prazo máximo de 15 dias.

Ao Conselho Nacional concorriam duas listas: a lista A, encabeçado por Fernando Condesso, e a lista B, por Alexandre Almeida.

A mesa da assembleia-geral ficou constituída por João Marrana, Fernando Condesso, Eurico Figueiredo, Fernando Pacheco, Vieira da Cunha, Susana Gonçalves, Rosa Acinho, Sandra Correia, Andreia Fernandes, Pedro Bourbon e Manuel Antão.

Marinho e Pinto, 63 anos, nascido em Amarante, é advogado e eurodeputado eleito pelo Movimento Partido da Terra desde 2014, exercendo atualmente o mandato como independente.

Foi bastonário da Ordem dos Advogados entre 2008 a 2013.

/Lusa