Marat Safin, antigo número 1 mundial de ténis, tem uma teoria sobre o pandemia provocada pelo novo coronavírus, que já matou mais de 160 mil e infetou 2,3 milhões de pessoas a nível mundial.
O antigo tenista Marat Safin acredita numa teoria da conspiração sobre o novo coronavírus e partilhou-a numa entrevista ao diário russo Sports.
“Em 2015, o Bill Gates disse que em breve o mundo iria ter uma enorme pandemia, que o nosso próximo problema global não seria uma guerra, mas um vírus. Considero Bill Gates um homem muito inteligente e não acredito que tenha poderes de adivinhação. Simplesmente sabia que tudo isto ocorreria”, começou por dizer Safin.
De acordo com a teoria do tenista, o objetivo é apenas um: implementar a vacinação por chip. “Tudo está destinado para que as pessoas sejam vacinadas com micro-chips
. Está tudo escrito na internet e creio nesses momentos que isso ocorrerá.”“Não acredito que a civilização seja exterminada, mas creio que em breve nos colocarão chips para nos controlar e saber onde estamos. Creio que há gente mais poderosa que os próprios líderes mundiais“, sustentou o desportista.
Segundo o Diário de Notícias, o russo considera que existe uma espécie de governo sombra a nível mundial que condiciona os principais líderes mundiais, como Donald Trump, Vladimir Putin ou Angela Merkerl através do dinheiro.
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Subscrevo o que Marat Safin disse.... Sinceramente, dá que pensar!
Um "vírus" que aparece subitamente no mundo, que é menos letal que muitas outras doenças mas que gera a histeria global, coloca os governos em pânico, suspende democracias, origina a crise económica que se avizinha, inicia-se o frenezim de pesquisas por uma vacina ou uma "cura", numa escala nunca vista com outro tipo de patologias bem mais graves, inclusivé virais, , surgem entretanto "salvadores" afiançando terem uma "vacina" milagrosa em 3 meses, quando todos os especialistas em virologia e infecciologia afirmam que se trata de um virus novo, sobre o qual ainda pouco se conhece e, portanto, hä muito para estudar e avaliar, enfim, são autênticas montanhas de incongruências, de coisas aparentemente sem o menor sentido, nada transparentes, mas que parecem ter um verdadeiro fim, obscuro e maquiavélico, que será o deleite de meia duzia de famílias, essas sim, verdadeiramente poderosas e brutalmehte nfluentes, ou seja, o "Controlo absoluto sobre as pessoas". Não lhes chega serem ricos e serem influentes, pois agora, o desafio é outro, quiçá, uma "nova ordem mundial".