Paulo Vaz Henriques / Portugal.gov.pt

António Mexia, presidente executivo da EDP

Os resultados líquidos da EDP caíram 18% no primeiro trimestre do ano, situando-se nos 215 milhões de euros. E a culpa foi da falta de chuva.

A empresa de energia divulgou os resultados operacionais até Março deste ano, em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), citado pelo jornal Público.

Os accionistas da EDP são assim informados de que o resultado líquido no primeiro trimestre do ano caiu 18% para os 215 milhões de euros, enquanto a dívida líquida subiu 1%, situando-se nos 16 mil milhões de euros.

O resultado “antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (EBITDA) do grupo caiu 11%, para cerca de mil milhões de euros”, refere o Público.

Como justificação para esta queda, a EDP aponta o “contexto operacional muito mais severo”, relativamente a 2016 que foi um ano “muito chuvoso” e com preços grossistas “muito baixos”.

Neste arranque de 2017, “a produção hídrica [na Península Ibérica] caiu para metade, os elevados resultados com a gestão de energia desapareceram e as margens de comercialização foram afectadas”, destaca a EDP.

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