Em Juiz de Fora  cidade onde aconteceu a facada mais célebre da política brasileira , a esquina onde ocorreu o atentado é agora uma espécie de ponto turístico, com comerciantes a venderem espetadas e outros petiscos.

Depois da facada mais célebre da política brasileira, o alvo, Jair Bolsonaro, é Presidente da República, e o agressor, Adélio Bispo, está detido numa prisão como inimputável.

Um ano depois, os efeitos do ataque, considerado essencial para o triunfo eleitoral do então capitão do exército e deputado, ainda se fazem sentir. Jair Bolsonaro vai ser operado, pela quarta vez, no domingo, a uma hérnia ainda decorrente da facada.

Já Adélio, segundo os psicólogos da cadeia de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul  que lhe diagnosticaram transtorno delirante persistente , mantém a mesma ideia fixa de matar o Presidente. E também quer matar o ex-Presidente, Michel Temer, cuja morada diz até já conhecer.

Para Adélio, tanto Bolsonaro como Temer fazem parte de uma conspiração internacional que quer vender o Brasil ao FMI, à máfia italiana e à maçonaria, avança a TSF

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A polícia rejeita que Adélio tenha agido a mando de alguém, apesar de o presidente e os seus apoiantes lembrarem que este militou no PSOl, partido de extrema-esquerda; rejeitam também a teoria que o atentado mais célebre da política brasileira não passou de uma encenação.

O atentado ocorreu durante um ato eleitoral na cidade brasileira de Juiz de Fora, no dia 6 de setembro, quando Adélio Bispo de Oliveira, fazendo-se passar de apoiante de Bolsonaro, esfaqueou o candidato no abdómen. Segundo a acusação, o objetivo do atacante era o de excluir o candidato da disputa eleitoral.

Nos depoimentos, Adélio Bispo revelou que a ideia de atentar contra a vida de Jair Bolsonaro surgiu quando soube, pelos jornais, que este iria a Juiz de Fora. O atual Presidente da República ficou mais de três semanas internado no hospital Albert Einstein, na cidade brasileira de São Paulo.

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