(dr) TVI / Divulgação
O chef Ljubomir Stanisic, um dos empresários da restauração que esteve em greve de fome durante sete dias, está a ser acusado pelo Ministério Público (MP) de ter corrompido um agente da PSP para poder passar a Páscoa em Grândola, numa altura em que vigorava o confinamento obrigatório.
A estrela de televisão que passou pela TVI e que agora tem contrato com a SIC foi apanhada nas escutas do processo Dupla Face, um inquérito que investiga suspeitas em torno do envolvimento de agentes da PSP numa rede de tráfico de droga, como avança o Correio da Manhã (CM).
Um dos arguidos do processo será o agente Nuno Marino, a quem Stanisic terá oferecido “duas garrafas de vinho e outra de conhaque ou rum” para que este o ajudasse a furar o confinamento obrigatório na Páscoa, ainda segundo o mesmo jornal.
O episódio terá ocorrido a 2 de Abril, em pleno Estado de Emergência e quando era proibido circular entre concelhos. Stanisic terá pedido ao irmão de Nuno Marino “para o ajudar a passar a semana da Páscoa em Grândola, com a família”, destaca o CM.
O agente ter-se-á comprometido a ajudá-lo “a passar a Ponte 25 de Abril”, onde costumam decorrer as acções de fiscalização da polícia. Mas, no fim de contas, não terá ocorrido qualquer operação da PSP.
O chef jugoslavo nega quaisquer irregularidades em declarações ao referido jornal, onde explica apenas que “ofereceu cabazes a amigos”.
De qualquer modo, o MP acusa Stanisic de crimes de corrupção activa e de desobediência. O chef não está implicado em qualquer suspeita relacionada com o tráfico de droga.
[sc name=”assina” by=”ZAP”]
Ainda falta a notícia que o arrogante cozinheiro seria o cabecilha da rede de trafico de droga!!!!!
Os restaurantes servem apenas para lavar o dinheiro obtido ilegalmente com o tráfico.