O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, e o Presidente do EUA, Donald Trump, dão um aperto de mão na “cimeira histórica”
Donald Trump e Kim Jong-un apertaram finalmente as mãos num encontro histórico realizado esta terça-feira, em Singapura. Os gestos de ambos os líderes foram analisados por uma especialista.
No encontro histórico entre o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, ambos tentaram assumir a liderança do encontro, tentando manter uma postura segura e confiante.
“Trump e Kim não estavam a tentar impressionar-se um ao outro, estavam a tentar impressionar os seus públicos em casa, foram muito claros sobre as mensagens que queriam passar”, explica Paul Boross, orador e especialista em linguagem corporal.
À Sky News, o especialista explica que as várias pancadinhas que Donald Trump deu no braço de Kim Jong-un, tanto durante como depois do primeiro cumprimento, evidenciam “desespero” por se mostrar ao comando. “É um indicador de controlo” que tem o efeito contrário perante a impassividade de Kim, explica Boross.
Em relação ao habitual aperto de mão à maneira de Donald Trump, em que o Presidente norte-americano aperta com força a mão, puxando o seu interlocutor, Boross considera que Kim Jong-un foi bem preparado para essa situação, aproximando-se de Trump na altura do cumprimento não permitindo, assim, ser puxado, adianta a Visão
.Nos momentos que se seguiram, depois do célebre aperto de mão (controlado por Kim), Trump “gritou impaciência” ao não parar com as mãos. Já Kim Jong-un mostrou ser “muito bom a controlar o espaço”, sentando-se e inclinando-se para a frente.
Nos momentos em que andaram lado a lado e acenaram aos jornalistas, os líderes mostraram “sincronia“, um bom indicador de que estavam, pelo menos, confortáveis com a situação.
Este encontro histórico entre os líderes dos dois países acontece depois de quase 70 anos de confrontos políticos no seguimento da Guerra da Coreia e de 25 anos de tensão sobre o programa nuclear de Pyongyang.
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Viva o Trump!!!