Um estudo recente – e controverso – sugere o que o Universo pode ser um pouco diferente do que se julga, pelo menos no que diz respeito às leis que o regem.
Uma equipa de investigadores da Universidade de New South Wales, na Austrália, descobriu discrepâncias na constante de estrutura fina, o nome dado a um número que os cientistas acreditam que permanece imutável e que descreve como é que as partículas subatómicas interagem umas com as outras.
Os investigadores chegaram a esta conclusão a partir de medições de luz emitidas a quase 13 mil milhões de anos-luz. O artigo científico foi publicado na Science Advances.
Depois de analisarem quasares, corpos celestes localizados no que é conhecido como “fim do Universo”, os cientistas concluíram que só observavam o fenómeno em algumas direções – o que sugere que as leis da Física podem não se manter constantes
nos confins do Universo.De acordo com o Futurism, os moldes atuais presumem que o Universo se expande em todas as direções. No entanto, se este novo estudo estiver correto, o Universo é uma estrutura dipolar, não muito distinta dos pólos norte e sul de um íman.
O físico John Webb admite que esta descoberta é muito ousada e é cético quanto às suas conclusões. Ainda assim, o investigador defende que vale a pena explorar esta teoria em medições futuras.
Novos instrumentos e novas tecnologias, como métodos de análise de Inteligência Artificial, poderão fornecer dados de maior qualidade para explorações futuras.
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Ninguém nesse mundo tem certeza de nada. Só Deus sabe tudo.