José Goulão / Wikimedia
Joana Amaral Dias
A cabeça de lista da coligação Agir em Lisboa, Joana Amaral Dias, assumiu estar a enfrentar uma gravidez de risco, que terá consequências na campanha eleitoral para as legislativas de 4 de outubro.
A líder do movimento cidadão Agir anunciou que, caso seja eleita e se torne mãe, gozará a respetiva licença de parto, sendo substituída por um elemento da mesma plataforma, como ficou acordado com as restantes forças políticas que formam a coligação: Partido Trabalhista Português (PTP) e Movimento Alternativa Socialista (MAS).
“Esta gravidez, que entretanto foi classificada como de risco, terá consequências para a campanha eleitoral. Vai impossibilitar o plano inicial da coligação, que era fazer uma campanha em todas as capitais de distrito do país
. Vai ter de ser, naturalmente, reduzida”, declarou, em conferência de imprensa, em Lisboa, sublinhando ser uma questão de “transparência” para uma “relação clara e fiel com os eleitores”.A antiga deputada do BE esclareceu estar no início do “segundo trimestre” (quatro meses) de gestação e remeteu a revelação do seu eventual substituto no exercício do futuro mandato para o dia da entrega das listas de candidatos a deputados, na sexta-feira.
/Lusa