Hyperloop One
As autoridades estatais do estado indiano de Maharashtra decidiram suspender a construção da primeira linha do comboio ultra-rápido Hyperloop, que iria ligar as movimentadas cidades de Bombaim e Pune.
O Governo local decidiu não avançar para a construção do tubo de transporte de propulsão magnético idealizado pelo CEO e fundador da Tesla e Space X, o visionário Elon Musk, até que o projeto seja testado com sucesso noutros países.
“Deixem o projeto acontecer noutro lugar. Deixem-no ter sucesso a pelo menos uma distância de 10 quilómetros numa cidade do exterior”, disse Ajit Pawar, vice-ministro-chefe de Maharastra, onde as duas cidades estão localizadas, citado pelo jornal India Today.
“Não temos capacidade para testar o Hyperloop. Vamos concentrar-nos noutros meios de transporte e, enquanto isso, e se esta tecnologia for desenvolvida através de testes bem-sucedido no exterior, podemos pensar nisso”, revelou.
Em julho, o Governo de Maharashtra aprovou um projeto para a renovação dos transportes entre Bombaim e Pune, cidades com 12 e 6 milhões de habitantes, respetivamente. O projeto envolveria o investimento de 10 mil milhões de dólares
e tinha como objetivo percorrer os 117,5 quilómetros entre estas mega-cidades em apenas 23 minutos.Atualmente, não existe nenhum Hyperloop totalmente funcional no mundo. A Índia iria ser o primeiro país a implementar o projeto desenhado por Elon Musk em 2013.
Este projeto de comboio ultra-rápido consiste em várias cápsulas que são movidas por propulsão magnética através de um tubo selado a vácuo, permitindo assim atingir velocidades que vão até aos 1.200 quilómetros por hora.
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Foge! Não era eu que me ia meter ali! Deve ser o que se chama ir pelo cano! De qualquer forma, acho sempre um piadão a esse país! Tem uns comboios em que as pessoas viajam como gado e até nos tejadilhos mas pensam em gastar uma fortuna numa coisa nunca testada e saída da cabeça de um visionário que, entre outras coisas, quer enviar centenas de pessoas para Marte. Pelo menos temos que lhe admitir a honestidade de ter advertido que quem for a Marte deverá estar preparado para morrer.