José Sena Goulão / Lusa

O primeiro-ministro, António Costa

O Governo português defende que as contribuições de cada Estado-membro da União Europeia (UE) no orçamento comunitário seja de 1,2%. Além disso, Portugal é ainda partidário de que haja a criação de novas fontes de financiamento comunitário, através da criação de três tipos de impostos.

Portugal está assim lado a lado com com a posição da Comissão Europeia e do seu presidente, Jean-Claude Juncker, que defende o aumento da participação dos Estados-membros de 1% para 1,2%, enquanto que a posição do Parlamento Europeu é a de que o aumento seja para 1,3%.

A posição portuguesa foi já transmitida à Comissão Europeia pelo primeiro-ministro, António Costa, e será formalmente institucionalizada na reunião informal do Conselho Europeu de 23 de fevereiro, avança o Público.

Para além do aumento da contribuição por país, as novas fontes de financiamento da União Europeia devem também passar pela criação de

três impostos: a taxação digital, a taxação verde e a taxação sobre transações financeiras internacionais.

De acordo com o jornal, a revisão dos critérios orçamentais europeus procura dar resposta à saída do Reino Unido da União Europeia, sendo este Estado-membro contribuinte líquido com 13 mil milhões de euros.

Além disso, acresce a necessidade de mais investimento na segurança e na defesa comuns e o novo quadro de fundos europeus para o pós-2020.

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