Em 2018, as estimativas preveem que o gasto médio das operações de mineração de bitcons seja de 840 gigawatt-hora. Por sua vez, o consumo doméstico do país gasta cerca de 700 gigawatt-hora por ano.
De acordo com a empresa energética HS Orka, com o grande crescimento da mineração de bitcoins na Islândia, a energia utilizada pelo processo está prestes a ultrapassar aquela que é produzida por todas as casas do país.
A Islândia têm cerca de 340 mil habitantes e a a maior parte da energia consumida pelo país vem das energias renováveis. Johann Snorri Sigurbergsson disse à BBC que “se todos os projetos se concretizarem, não haverá energia para tal”, dado o crescimento exponencial de candidatos e interessados na mineração de bitcoins.
O responsável da empresa não vê “as coisas a pararem brevemente” e afirma que tem recebido muitas chamadas e visitas de potenciais investidores ou empresas que querem construir centros de dados no país.
Segundo o Diário de Notícias, a empresa tem mais interesse em firmar contratos com quem esteja interessado em comprometer-se por alguns anos, mas o responsável sublinhou que existem tantos centros de dados propostos que não seria possível alimentar energeticamente todos eles.
As estimativas apontam que as operações de mineração de bitcoins vão usar, em 2018, cerca de 840 gigawatt-hora para manter os computadores e sistemas de refrigeramento dos equipamentos a funcionar. Por sua vez, o consumo doméstico do país gasta cerca de 700 gigawatt-hora por ano.
As criptomoedas são mineradas através de programas específicos que utilizam toda a capacidade dos processadores para realizar operações matemáticas, sendo um processo altamente dispendioso a nível de consumo energético.
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a atitude responsável será a de impor o investimento de uma parte do retorno obtido com esta matéria prima na investigação de alternativas que não devastem o ambiente.