Os funcionários públicos que forem trabalhar para o interior do país vão ter direito a mais dias de férias, uma compensação financeira e matrícula garantida dos filhos numa escola pública.

De acordo com o decreto-lei publicado esta sexta-feira em Diário da República, os funcionários públicos que decidam ir viver e trabalhar para o interior vão ter direito a mais dias de férias, uma compensação financeira (que ainda será fixada por portaria) e a garantia de matrícula dos filhos numa escola pública da zona.

A notícia é avançada pelo ECO, que refere que a medida tem como objetivo estimular a mobilidade geográfica no mercado de trabalho, repovoar os territórios de baixa densidade populacional e promover a coesão territorial.

Este novo programa de incentivos à fixação dos trabalhadores do Estado no interior abrange tantos funcionários que se desloquem por determinação do Estado, quer por iniciativa própria, ficando em regime de teletrabalho

.

Desta forma, está assim prevista uma compensação financeira temporária, que será fixada por portaria e não será cumulável com ajudas de custos.

A garantia de transferência escolar dos filhos; dispensa até cinco dias úteis no período imediatamente anterior ou posterior ao início de funções no posto de trabalho; mais dois dias de férias; gozo de 11 dias úteis de férias consecutivamente em simultâneo com o cônjuge; e um apoio dirigido às famílias que recebam abono ou subsídio de parentalidade a ser definido em portaria são alguns dos incentivos.

O diploma do Governo acrescenta que o regime “é reavaliado, tendo em conta a eficácia e eficiência face aos resultados pretendidos, ao fim de três anos”.

[sc name=”assina” by=”ZAP” url=”” source=””]