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O Lockheed Martin F-22 Raptor é uma aeronave que resulta de um projeto que começou em 1981, mas só entrou ao serviço militar em 2007. A última aeronave saiu das linhas de montagem em 2012 e é conhecida pela sua capacidade de domínio no campo de batalha.

O F-22 Raptor foi pensado para ser um caça de superioridade aérea, mas também tem capacidade de ataque ao solo, guerra eletrónica e inteligência de sinal.

Não só é furtivo o suficiente para se esconder do radar inimigo, como também é manobrável o suficiente para dar ao piloto uma vantagem decisiva no combate no ar. O resultado é a melhor aeronave conhecida em serviço até hoje.

A aeronave oferece uma combinação de sistemas de armas inteligentes, velocidades supersónicas, construção em liga de titânio ultra leve e consciência situacional para os pilotos graças à inteligente tecnologia de fusão de sensores.

Para além disso a aeronave carateriza-se por ter grande agilidade, sendo capaz de tolerar manobras bastante rígidas.

Na execução de vários exercícios de teste, a aeronave destacou-se pela positiva, dominando sempre os céus. Durante um exercício no Alasca em 2006

, os franceses acharam que tinham contornado o F-22, mas este continua a ser o “dogfighter” mais temível já desenvolvido.

Em verdadeiros campos de batalha, o avião intercetou uma aeronave russa, lançou  bombas na Síria e explodiu ópio no Afeganistão. De várias formas, esta aeronave tem sido útil a nível militar, mas estacionar alguns F-22 numa área específica é uma ação que não é nada fácil devido ao seu porte.

O F-22 permanece em serviço, mas a frota planeada de 750 aeronaves para a Força Aérea dos Estados Unidos foi reduzida para apenas 187, e provavelmente será assim até 2030 com algumas atualizações que deverão ser aplicadas.

O avião foi o primeiro caça a jato de quinta geração do mundo, diz o New Atlas.

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