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Militares fazem operação na favela da Rocinha no Rio de Janeiro, após guerra entre quadrilhas rivais de traficantes pelo controle da área
Militares fazem operação na favela da Rocinha no Rio de Janeiro, após guerra entre quadrilhas rivais de traficantes pelo controle da área
Militares fazem operação na favela da Rocinha no Rio de Janeiro, após guerra entre quadrilhas rivais de traficantes pelo controle da área
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Militares fazem operação na favela da Rocinha no Rio de Janeiro, após guerra entre quadrilhas rivais de traficantes pelo controle da área
Militares fazem operação na favela da Rocinha no Rio de Janeiro, após guerra entre quadrilhas rivais de traficantes pelo controle da área
Militares fazem operação na favela da Rocinha no Rio de Janeiro, após guerra entre quadrilhas rivais de traficantes pelo controle da área
Militares fazem operação na favela da Rocinha no Rio de Janeiro, após guerra entre quadrilhas rivais de traficantes pelo controle da área
Militares fazem operação na favela da Rocinha no Rio de Janeiro, após guerra entre quadrilhas rivais de traficantes pelo controle da área
Militares fazem operação na favela da Rocinha no Rio de Janeiro, após guerra entre quadrilhas rivais de traficantes pelo controle da área

As Forças Armadas do Brasil cercaram a comunidade da Rocinha, uma grande favela do Rio de Janeiro onde vivem pelo menos 70 mil pessoas. A decisão foi tomada pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, com o intuito de acabar com tiroteios entre traficantes.

No último domingo, um grupo de traficantes tentou tomar o controlo da Rocinha de outros criminosos, desencadeando tiroteios intensos que aterrorizaram os moradores. Dezenas de vídeos registados por quem mora na favela e divulgados na Internet mostram o clima de terror vivido, durante os confrontos entre os criminosos.

No seguimento de um pedido do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e após cinco dias de intervenções policiais infrutíferas, o ministro da Defesa do Brasil ordenou o cerco da favela na sexta-feira à tarde.

Mas nem assim os confrontos cessaram. Neste sábado de madrugada, houve um novo tiroteio na favela entre a Polícia Militar e um grupo armado, conforme reporta o jornal local O Dia.

Os militares, que segundo O Dia não conseguiram deter os criminosos, acabaram por apreender 10 armas, 7 granadas, 55 carregadores de munições e “mais de duas mil munições de variados calibres”, além de “110 papelotes” de canábis e “mais de mil cápsulas de pó”.

“O Rio de Janeiro não está em guerra”

Houve auto-estradas que chegaram a estar interditadas, por causa dos tiroteios, e a Polícia Militar está de plantão à entrada da favela. Entretanto, a população vive em clima de insegurança, com escolas, postos de saúde e espaços comerciais encerrados.

Apesar disso, o secretário de Segurança do Rio de Janeiro, Roberto Sá, declarou este sábado que “o Rio de Janeiro não está em guerra”

, vive apenas “uma situação de violência urbana difícil”, conforme declarações divulgadas pelo jornal Folha de S. Paulo.

Nem e Rogério 157 disputam controlo do tráfico

A onda de violência começou com uma guerra entre traficantes pelo controle do tráfico de droga na favela. De um lado está Nem,preso desde 2010, e do outro Rogério 157, que assumiu o seu lugar de comando no tráfico.

O facto de Rogério estar a cobrar aos moradores pelos serviços de água e de moto-táxi terá irritado Nem, que ordenou a revolta de dentro da prisão, contando com o apoio de outra facção de traficantes, segundo relata o Folha de S. Paulo.

Entretanto, o site Portal dos Procurados divulgou um cartaz, publicado pelo jornal O Dia, com os rostos dos alegados traficantes envolvidos na guerra da Rocinha, oferecendo uma recompensa de mil reais (quase 270 euros) por informações que ajudem a polícia a chegar ao seu paradeiro.

Procurados.org

Site Procurados oferece recompensa por informações sobre traficantes da favela da Rocinha, no Rio de Janeiro.

Por dados que levem as autoridades a Rogério 157, que é suspeito de crimes de homicídio e extorsão, além de tráfico de droga, o site oferece 30 mil reais (cerca de 8 mil euros).

[sc name=”assina” by=”SV, ZAP” source=”Lusa”]