Sofia Fava / Facebook

Sofia Fava, ex-mulher de José Sócrates

A ex-mulher de José Sócrates, Sofia Fava, referiu-se a Joana Marques Vidal em termos muito pouco simpáticos, usando palavras como “pega” e “gorda”. Mas, depois, arrependeu-se e apagou os comentários feitos no Facebook.

A reacção inflamada de Sofia Fava surgiu depois de ter saído a notícia de que a Procuradora-Geral da República votou contra a abertura dos processos de inquérito aos magistrados que troçaram da detenção de José Sócrates. Joana Marques Vidal alegou o direito à “liberdade de expressão” para justificar a sua posição.

Em reacção, Sofia Fava referiu-se à Procuradora com termos como “pega, feia, gorda, invejosa, nojenta,  salazarenta, cretina e complexada“, numa publicação no seu perfil do Facebook, destinada somente aos seus amigos, que foi registada pelo Observador.

O Observador descreve, no entanto, que “por volta das 22h30, Sofia Fava retirou o post e escreveu outro em que se penitencia pela linguagem utilizada e reconhece que se ‘excedeu’, mantendo, contudo, a indignação com Joana Marques Vidal”.

“Movida por forte comoção resultante da influência profundamente nefasta que os insultos e humilhações ao pai dos meus filhos

têm vindo a criar no seio da minha família, coloquei na minha página privada do Facebook frases relacionadas com a senhora Procuradora da República que não se justificam a não ser por razões estritamente subjectivas minhas”, escreveu Sofia Fava na nova publicação.

“Ainda que considere desresponsabilizadora e acobertadora de futuras humilhações ao pai dos meus filhos e, consequentemente à minha família, a posição que a representante máxima da investigação criminal assumiu, quando deveria ser o garante da protecção clara dos direitos fundamentais, não só de alguns, mas de todos eles, reconheço que me excedi e que não queria, em boa razão, que tal acontecesse, pelo que, mesmo nunca tendo querido que o meu post saísse do âmbito de uma abordagem privada, como deveria ter acontecido, penitencio-me publicamente”, acrescenta Sofia Fava, citada pelo Observador.

ZAP