A Audiência Nacional considerou esta quinta-feira Rodrigo Rato, diretor do FMI entre junho de 2004 e junho de 2007, culpado pelo crime de peculato quando era presidente dos bancos Caja Madrid e Bankia.

O antigo diretor-geral do Fundo Monetário Internacional Rodrigo Rato foi hoje condenado a quatro anos e meio de prisão por se ter apropriado indevidamente de património de dois bancos espanhóis dos quais era presidente.

A Audiência Nacional, tribunal nacional espanhol que julga casos de corrupção e crimes financeiros, anunciou que considerou o ex-diretor do FMI culpado pelo crime de peculato quando este era presidente da Caja Madrid e do Bankia

, numa altura em que as duas entidades estavam em dificuldades.

Rato, de 67 anos, foi diretor-geral do FMI entre 7 de junho de 2004 e junho de 2007.

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