O ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, em Dezembro de 2014
O ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, em Dezembro de 2013
O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, na Festa do Pontal no Algarve, Agosto de 2011

Um estudo recente mostrou que os governantes eleitos envelhecem mesmo mais rápido e acabam por perder quase menos três anos da sua esperança de vida.

Está explicado porque é que se nota tanta diferença entre os políticos antes e depois de estes assumirem cargos importantes no Governo.

Investigadores da Harvard Medical School, em Boston, analisaram 279 líderes e 261 candidatos que não chegaram a ser eleitos em vários países como, por exemplo, Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália e Alemanha durante o período entre 1722 e este último ano.

A equipa investigou quantos anos cada candidato se manteve vivo depois da sua última eleição e comparou estes dados com a esperança média de vida da população em geral nos respetivos anos.

O estudo, agora publicado no British Medical Journal, descobriu que, em comparação com os candidatos derrotados, aqueles que foram eleitos viveram menos 2,7 anos e tinham mais 23% de probabilidades de morrer.

“Os nossos resultados mostram que os líderes eleitos podem envelhecer de uma forma mais rápida”, afirma Andrew R. Olenski, o co-autor do estudo ao Medical News Today.

Embora não estejam provados quais os motivos que desencadeiam este fenómeno, os investigadores sugerem que possa estar ligado com problemas como o stress e o estilo de vida acelerado.

ZAP