Yuri Gripas / EPA POOL
Os Estados Unidos da América registaram esta sexta-feira 2.108 mortes causadas pela covid-19 no espaço de 24 horas, um número diário recorde a nível mundial, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins.
De acordo com os dados registados até às 20:30 locais, os Estados Unidos são o primeiro país no mundo a ultrapassar a marca das duas mil mortes num dia, registando 2.108 vítimas da pandemia da covid-19. Na quinta-feira passada, os Estados Unidos tinham registado 1.783 mortes pela covid-19.
O número total de mortos registados nos Estados Unidos é agora de 18.586, um valor próximo do país com mais vítimas mortais no mundo, a Itália (18.849 falecidos).
Os Estados Unidos são o país com mais casos confirmados no mundo, aproximando-se do meio milhão de pessoas, com 496.535 casos. Número da mesma universidade norte-americana consultados na manhã deste sábado já dão conta que os norte-americanos ultrapassaram já a barreira do meio milhão de casos (501.615).
Anthony S. Fauci, diretor do Instituto Nacional para as Alergias e Doenças Infecciosas (INAD) dos Estados Unidos, apenas prevê um retorno à normalidade em novembro.
“Se ‘de volta ao normal’ significa voltar a um período pré-corona vírus, isso nunca irá acontecer até termos um grau de certeza de que podemos proteger a população”, notou Fauci numa conferência de imprensa na Casa Branca, em resposta a perguntas da estação de televisão MSNBC. “Quando voltarmos ao normal, vamos voltar gradualmente
até ao ponto em que podemos funcionar como uma sociedade”, disse, citado pelo Público.A cidade de Nova Iorque está a ser especialmente afetada pelo novo vírus, registando já mais casos do que qualquer outro país do mundo (160 mil), frisa o semanário Expresso.
Nesta sexta-feira, as autoridades confirmaram estarem a ser enterrados cadáveres não reclamados numa vala comum na ilha de Hart, a noroeste da cidade, devido ao aumento significativo de mortes pelo novo coronavírus.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já provocou a morte a mais de 100 mil pessoas e infetou mais de 1,6 milhões em 193 países e territórios. Dos casos de infeção, mais de 330 mil são considerados curados.
Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar uma situação de pandemia.
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Estas noticias deviam ser esfregadas na cara (?) do Tr..mpas!